Solto na noite
À noite me perco
Em desejos fúnebres
Sinto-me tão louco
E quase eterno
Que eu tanto desejei
Entregue aos vícios
E ao bel prazer
Nem medo, nem nada
O escuro é um abrigo
Ao grande vazio
Infinito da madrugada
Escrevendo em noites de insônia.